Bibliotecários tatuados

(Kah Heart)


Porto Alegre/RS
Biblioteconomia/ UFRGS
Estagio na Biblioteca do TRF4.
As minhas asas nas costas representam a minha liberdade. Representa também, a paixão pelos personagens góticos de Victoria Francès, além da paixão pelos anjos caídos, dark angels, etc. É também uma homenagem a banda britânica de rock alternativo chamada PLACEBO, a qual eu sou fan ao ponto de conhecer todas as músicas e ter pago bem caro pra ir a um show este ano, em Porto Alegre.
Esta tatuagem foi feita em julho de 2010.
Desde a adolescência eu tinha fixação por asas nas costas. Começou quando assisti ao filme ‘The Crow: city of angels’ (O Corvo: a cidade dos anjos), onde a personagem Sarah tem asas vermelhas tatuadas nas costas. Depois, conheci a banda PLACEBO, a qual usa os símbolo das asas. Os personagens ‘dark angels’ de alguns filmes e as personagens aladas da artista Victoria Francès só deram mais inspiração ao que já amava.
Pretendo continuar aumentando as asas com o tempo, já que ela é tribal.Ou seja, é bem fácil continuar dando asas a minha imaginação.
A tatuagem foi feita no Verani Tattoo (Porto Alegre), em duas sessões. A primeira, com o Rafa e a segunda sessão, com o Leo. Escolhi este estúdio porque foi o mais bem indicado pelas pessoas que gostam de tatuagens. E realmente, a equipe é excelente, seus trabalhos também e os estúdios são incríveis.
Sou bibliotecário formado pela USP, sou potiguar do Rio Grande do Norte, fiz tattoo com Fabio Sah, trabalho no Instituto de Botânica, pretendo fazer uma pós, e fiz a tatuagem em homenagem ao Marilyn Manson e ao Homem Aranha!





Olá! Meu nome é Priscila da Mata, me formei em Biblioteconomia em 2007 pela Universidade Federal de Minas Gerais. Moro em BH e atualmente trabalho no Processamento Técnico da Biblioteca da Faculdade de Letras da UFMG. Estou concluindo também a minha Especialização em Arquitetura e Organização da Informação, também na UFMG.
Além de Bibliotecária, sou também guitarrista da banda Vitrola 101.
Eu sempre tive vontade de fazer uma tatoo, mas nunca encontrava o desenho que eu queria. Cheguei a pedir a alguns amigos para fazer o desenho que eu gostaria, porém o resultado nunca era o que eu pretendia. Até que um dia eu encontrei o desenho que eu tanto esperava. Exatamente como eu queria: uma partitura musical e uma rosa vermelha. Um desenho que uniu duas grandes paixões da minha vida: a música e as flores.
Porém, mais importante do que o desenho em si, acho que o momento em que o realizei foi o que mais me marcou. Fiz essa tatuagem em 2009, no mesmo dia em que uma pessoa muito especial na minha vida também fez uma tatoo. Queríamos fazer algo em comum e que ficasse registrado para sempre em nossas vidas. Então, hoje todas as vezes que olho para o desenho me lembro dessa pessoa e daquele momento tão especial, assim como tanto outros que vivemos.

Carla Chaves, de Porto Alegre – RS
Estudo na Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO) da UFRGS e sou uma mera bolsista da Biblioteca da faculdade de Medicina da UFRGS.
Fiz a tatuagem em homenagem a minha vó, aprendi com ela que tudo nessa vida é muito além do que vemos, e que as ligações que temos com as pessoas vão muito além do plano terreno. Aprendi com ela sobre espiritismo, umbanda, etc. Sempre tivemos uma ligação por ela ser de escorpião e eu também. Não que isso fosse importante, mas se tornou a ser. Um dia descobrimos que éramos iguais em grande parte da astrologia.. lua, ascendente, horóscopo chinês, etc. Aprendi a gostar disso por causa dela. Em 2006, ela teve um AVC severo e nunca mais podemos conversar como antes devido ao estado de saúde totalmente abalado que ela ficou. Então resolvi fazer um escorpião, a flor representa como um presente para ela.
Fiz no final de dezembro de 2008
Como fez? Boa pergunta, me deu total branco do nome do tatuador, mesmo ele sendo ótimo. Hehe.


Anelise de Moraes Oliveira, usa codinome Anne Petit, nasceu em Porto Alegre, cresceu no interior do RS, e atualmente mora, estuda , estagia, sonha e vive intesamente seu romance com um Engenheiro Agrônomo, na cidade de Porto Alegre.
Na biblioteca do TJM RS (Tribunal de Justiça Militar do Estado do RS) é para onde Anne Petit se dirige todos os dias, pra tentar ver e aprender na prática o que os bancos acadêmicos da FABICO (Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação) da UFRGS ensinam na teoria.
A borboleta tatuada nas costas, na cintura baixa há 7 anos aos 21, marcou a transformação. O momento em que a lagarta saiu do casulo borboleta.

Do tatuador, Elias, de São Leopoldo, nunca mais teve notícias.
a outra foi feita no dia do meu aniversário de 28 anos, uma flor de lótus e um símbolo do infinito. O Tatuador foi o Heráclito, do Kadu Tattoo.

Olá! Meu nome é Adriana Costa e Silva (Drica), moro em Belo Horizonte – MG e sou bibliotecária em um Centro Cultural da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
Tenho 4 tatoos e curto muito todas elas, pois representam momentos importantes da minha vida. A primeira, um dragão, foi feita em 2002, para comemorar a proximidade da minha graduação em matemática (até então não achava que meus neurônios suportariam tanto esforço).

Três anos mais tarde foi a vez da segunda: rosas e um tribal no pé esquerdo. Nessa época, já estava cursando biblioteconomia, fazendo novos amigos e aproveitando tudo que a faculdade pode oferecer, mas que não tinha usufruido no curso anterior.

Não se passaram nem 2 anos, lá estava eu, prontinha para a terceira tatuagem. Rosas outra vez, mas agora coloridas. Foi muito divertido ver a cara dos meus alunos quando notaram a novidade (eu lecionava na época). Tive até uns probleminhas com a coordenação da escola… “Como uma professora pode dar um exemplo desses, ora!”

Em 2009, não resisti e tatuei um coração, com direito a faca atravessada, legenda com a palavrinha “love” e rosa ao fundo.

Clichê, mas era exatamente o que eu queria! Tanto que a coloquei em um local bem visível… no braço. Significados do desenho à parte, fiz a tatoo no ano em que comecei a atuar como bibliotecária, marcando para sempre esse acontecimento muito especial para mim.
Briggida Azevêdo
João Pessoa
UFPB – Mestrado PPGCI
Bem, sempre tive vontade de fazer uma tattoo mas esperava a hora certa, tipo um momento que a tattoo fizesse me lembrar, e quando me graduei em setembro de 2008 fechei mais um ciclo e pensei: “Agora é hora de deixar marcado esse momento” e daí decidi fazer a tatuagem. Espero quando qualificar o mestrado fazer outra…Fiz em Haroldo aqui mesmo em João Pessoa, queria algo como um vôo no jardim, que mostrasse como eu estava plena naquele ano e naquela fase de minha vida.

Júlia Fernandes Marcelo
Santos, Floripa, São Carlos e atualmente São Paulo
Formada em Biblioteconomia pela UFSCar e fazendo Mestrado em Ciência, Tecnologia e Sociedade também na UFSCar
Tattoo: Minha prima na época estava namorando o Polska (tatuador super famoso em Santos) e fomos conhecer o local de trabalho dele, fiquei louca por esse peixinho, pois na época ele se enquadrava perfeitamente no meu contexto de vida. Era uma pessoa desempregada que não saía da praia e além do mais ele era fofo e colorido. Se fosse hoje eu não teria feito esse peixinho não, e esse é um dos principais motivos de eu não fazer outra tatoo, pq além dos dias passarem também passam os momentos e os contextos. Acho que eu ainda não cobri ele por ele ficar nas costas, e como não fico olhando, isso faz com que eu esqueça que ele existe. Agora preciso defender o tatuador Polska, hj casado com minha prima, a tatoo era linda, mais nunca segui as recomendações dele, como já disse sou meio rata de praia, mais quem disse que lembrava de passar o protetor na tatoo??? Se ela está meio apagada, a culpa foi toda minha. A Tatoo eu fiz com 18 anos, na foto eu estava com 27 anos…e hoje são quase 13 anos de descuido com o pobre peixinho beta.

Nome: Laura Ramos Pimentel Pinho (mas pode me chamar só de “Laura Pimentel”, rs!)
Cidade: São Paulo
Formada em 2009 (Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo), trabalho na Universidade Estadual Paulista (UNESP)
História da tatuagem 1: Sempre gostei de tatuagem, mas faltava coragem, também sempre fui ligada à música e um dia, do nada resolvi fazer. Fui lá e fiz, simples assim. Numa sexta-feira (08/fev/08)… todo mundo já queria ir embora… rs. O desenho (Clave de Sol) eu que fiz e o tatuador aperfeiçoou. No mesmo dia fiz a tattoo 2. O símbolo do cristianismo nos anos 70 d.C. na era da forte perseguição, era como um ‘código’ para comunicação na época. A tattoo 3 foi a última, feita em 25/set./09. como tattoo é ‘baratinho que nem banana’, eu aproveitei. Nos bailes Rockabilly que frequento eles sorteiam desconto pra fazer a tattoo e eu ganhei!! (uhhuu!). Este gatinho (na frente-ombro) é o logo da última banda de Rockabilly (anos 80) de expressão que existiu no mundo (The Stray Cats).
Bom, é isso, valeuzão!



de Porto Alegre. Formada pela UFRGS em 1994. Trabalha há 8 anos no Colégio João XXIII
Por que fez?
Para ter meu animal de poder no corpo, a coruja, por colecionar e gostar muito de corujas. O Mutley Rabugento fiz por gostar da Corrida Maluca e por ser tb rabugenta..kkk!
o Quando fez?Comecei a tatuar em 2004
o Como fez?Foram feitas em várias sessões e durante três anos com o mesmo tatuador todas elas. Meu tatuador foi morar na Espanha e acabou sendo morto numa briga de rua por lá. O Luciano era um grande artista e hj eu e meu marido temos na pele a lembrança viva dele e da arte dele.